terça-feira, 9 de agosto de 2016

Uma história solitária

Não sei por que o brasileiro não lembra de sua história, de seu passado recente. Não lembra que há uns anos atrás vivíamos sob um sistema completamente austero, um regime opressor, nefasto (e isso desde 1500).

Tudo bem, àqueles que não viveram isso, claro, não têm como lembrar. Mas basta estudar um pouco, ler, se informar, ouvindo aos mais velhos, para se ter acesso ao que eu digo (Ao que a história diz).

Hoje ainda há muito reflexo, na sociedade, devido ao nosso recente passado. Isso é óbvio. Tem sociedades que são marcadas por seus passados, de milênios de anos. Então imagine a nós, brasileiros, que somos bebês ainda no quesito democracia, cultura, política? Nós estamos encontrando, ainda, nossa identidade. Ser brasileiro, somente por que a sociedade diz que você nasceu no Brasil. Isso é evidente! Isso é para você tirar 10 na provinha de história ou geografia. Mas por conta do nosso passado, os nosso ancestrais, nosso tataravós, como fica? Ou foram apagados, ou queimados em alguma fogueira da Santa Inquisição...?

Temos de mudar radicalmente nossa forma de pensar, de ser e de agir. Ainda há em nós, resquícios de uma escravidão, de uma ditadura, golpes, guerras, corrupções, e tudo mais que destrói a soberania de um estado, ou simplesmente que destrói uma pequena sociedade.

Pensemos no coletivo, pensemos que sozinhos não somos nada e que nem vamos a lugar algum. O ser humano precisa do ser humano. Pois desistir do próximo é, isolar-se, e afastando-se, implicitamente, é declarar guerra ao seu semelhante. Guerra, embate, disputa, apostas, azar, deixar a vida à própria sorte. Portanto, caminhemos juntos!